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Prefeitura atinge marca de 2 milhões de processos eletrônicos

Em papéis empilhados seriam 32 prédios do Banespa; enfileirados, chegaria até Amsterdã numa viagem de ida e volta; mais de 3.000 árvores foram poupadas. Com o avanço do Processo Eletrônico, a capital paulista abre um novo marco na construção de uma cidade mais inteligente, humana, transparente e sustentável

A Prefeitura de São Paulo atingiu a quantidade de 2 milhões de novos processos em formato digital. Essa iniciativa faz parte do programa “Processo Eletrônico” que visa dar fim ao uso de papel na administração municipal, garantir mais transparência aos processos internos, reduzir tempo de burocracia e economizar recursos públicos.

Com a quantidade de papel economizada (cerca de 68 milhões de folhas de papel), temos o suficiente para:

É mais sustentabilidade, transparência e agilidade em processos que são estratégicos para o dia-a-dia da cidade desde repasse de recursos para compras de merenda, remédio, uniforme; pagamento de prestadores de serviços como creches conveniadas, por exemplo; até abrir ou fechar rua no bairro, cadastro de IPTU ou pedir autorização para fazer uma obra na própria casa.

Desde que o programa foi implantado, em 2015, já são 890 tipos de processos migrados para o modo eletrônico. Mais do que uma economia anual superior a quatro milhões de folhas de papel e outros insumos para a geração e transporte de processos, registra-se a economia estimada em R$ 2 milhões os cofres públicos.

Essa conta é possível porque não há mais gastos indiretos de aluguel e custo de manutenção de arquivos, uma vez que se torna desnecessário o espaço físico para a guarda permanente e manutenção dos processos gerados. Também são eliminados os gastos com pessoal e veículos utilizados na movimentação desses documentos entre os diferentes órgãos da prefeitura.

Dentre as vantagens, está incluída a maior celeridade das tomadas de decisão administrativas, pois a tramitação em ambiente digital pode reduzir entre 50% e 90% no tempo de processos orçamentários, tributários e de gestão de pessoas, entre outros.

A ampliação da transparência e do controle público e social sobre o andamento da burocracia interna da Prefeitura é outra contribuição do formato digital. Com o Processo Eletrônico, é possível acompanhar em tempo real o andamento das medidas administrativas eliminando qualquer possibilidade de extravio de documentos, além de gerar maior segurança.

Para se ter uma ideia, com 2 milhões de processos, mais de 3.000 toneladas de papel deixaram de ser utilizadas, que pode corresponder a uma área física de 564 campos de futebol ou 3.224 piscinas olímpicas cobertas. Por isso, o Processo Eletrônico também é responsável por estancar o crescimento do estoque do Arquivo Municipal de Processos que, atualmente, conta com mais de 20 milhões de processos em papel.

 



Sobre a plataforma SEI

O Sistema Eletrônico de Informações (SEI) é a plataforma que viabiliza a digitalização dos processos e garante a sua tramitação de forma segura, transparente e responsável. O uso do SEI é obrigatório para todas as secretarias, Prefeituras Regionais e entidades da administração indireta, nos termos do Decreto Municipal nº 55.838/15.

A plataforma SEI engloba um conjunto de módulos e funcionalidades no meio eletrônico para a gestão de processos e documentos administrativos, facilitando o acesso do servidor e do cidadão por meio de uma interface amigável e práticas inovadoras de trabalho.

Desenvolvido pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (Sul do Brasil) e cedido por meio de acordo de cooperação técnica à prefeitura paulistana, o SEI já envolveu a capacitação de mais de 31 mil servidores municipais.

 

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